A gestão de RH, assim como várias outras áreas, passou por diferentes processos de evolução ao longo dos anos.

A gestão de pessoas, que administra as relações da organização com quem a compõe — os colaboradores — começou a ter visibilidade com a Teoria das Relações Humanas, na década de 30.

É claro que os tempos eram outros, mas, mesmo assim, o olhar diferenciado sobre os aspectos humanos dos empregados foi um diferencial para que se alcançasse melhores resultados.

Desde então, a gestão dos recursos humanos das organizações ganhou novas perspectivas, sob novas nomenclaturas e diferentes formas de administração.

Que tal conhecer um pouco mais sobre essa trajetória neste artigo? Vamos lá!

Gestão de RH: as 5 fases da gestão de pessoas até o momento atual

1. Administração de Pessoal

Até a década de 30, as organizações não tinham um departamento especial para cuidar de seus funcionários. Isso era feito pela Contabilidade e constituía em conferir os registros das horas trabalhadas, faltas e atrasos, com a finalidade de calcular os pagamentos e descontos necessários. A essa atividade era dado o nome de Administração de Pessoal.

2. Departamento Pessoal

Entre 1930 e 1950, a atuação dos sindicatos garantiu vários direitos aos trabalhadores. Leis e normas foram criadas a fim de orientar a relação capital x trabalho.

Era um contexto novo, a Administração de Pessoal recebeu novas funções, o que também exigiu que houvesse um profissional especializado só para trabalhar no setor, que também recebeu uma nova denominação: Departamento de Pessoal ou Departamento Pessoal. A esse novo setor cabia cuidar de todos os aspectos administrativos e jurídicos relacionados aos funcionários de uma empresa.

3. Departamento ou Administração de Recursos Humanos

A década seguinte (1950-1960) começou a valorizar um pouco mais as relações humanas e sociais nos ambientes laborais. Mesmo que ainda precários, processos de recursos humanos como recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento, avaliação de desempenho e carreira e remuneração, como conhecemos hoje, começaram a ser estruturados.

Isso impactou também na nomenclatura do então Departamento Pessoal, que passou a ser chamado de Departamento de Recursos Humanos (ou Administração de Recursos Humanos). Foi nesse período também que o setor começou a gerenciar as relações entre empresa e sindicatos.

4. Gestão de Pessoas

Os anos 80 marcaram um novo contexto empresarial e de negócios. Tanto a globalização, quanto uma mudança no perfil do consumidor, exigiram uma mudança nas organizações.

Um cenário mais competitivo provocou muitas mudanças na cultura organizacional, e o funcionário passou a ser visto mais como um parceiro da empresa, na busca por alcançar seus objetivos.

Dessa forma, a Administração ou Departamento de Recursos Humanos não conseguia mais definir a nova forma de lidar com as pessoas no ambiente de trabalho. Assim surgiu o termo “gestão de pessoas”, com a finalidade de enfatizar o aspecto “parceiro” dos trabalhadores das organizações e reconhecendo suas habilidades e competências como necessárias para alcançar as metas organizacionais.

Foi nesse período também que as denominações “funcionários” e “empregados” foram substituídas por “colaboradores”.

O que é gestão de pessoas

Gestão de pessoas é o termo usado para definir o conjunto de estratégias usados pelas organizações para desenvolver os seus recursos humanos. É uma série de práticas e técnicas que possibilitam melhorar a gestão de recursos humanos no mundo do trabalho.

5. Gestão Estratégica de Pessoas

Nos anos 90 a competitividade empresarial se tornou ainda mais acirrada, comprometendo, inclusive, a sobrevivência das organizações.

Nesse contexto, o meio corporativo precisou criar vantagens competitivas sustentáveis, e isso dependia de as organizações conseguirem identificar e explorar suas competências. Para isso, era preciso que se diferenciassem por meio de fatores de desempenho como qualidade, custo, flexibilidade e inovação.

E quem abastecia —e abastece— as organizações com essas competências? Os colaboradores. Assim, a gestão de pessoas passou a um patamar estratégico nas empresas, pois são os colaboradores que contribuem diretamente para que elas consigam se manter competitivas no mercado. Surge então, a gestão estratégica de pessoas.

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