Quem é o cuidador de crianças especiais? Bem, para começo de conversa, o termo correto é “cuidador de crianças com necessidades educacionais especiais”.

Esse profissional é o responsável por atender às necessidades de crianças com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou superdotação nas escolas.

Essa qualificação permite que o profissional também trabalhe fora das escolas, dando auxílio a famílias nos cuidados a essas crianças.

O Educamundo quer ser agente ativo na formação desses profissionais e estar inserido nesses processos de inclusão, por isso elaborou o Curso Online Cuidador da Criança com Deficiência.

O curso aborda aspectos importantes sobre como atuar com as crianças de acordo com sua condição/distúrbio e os cuidados do dia a dia, dentre outros.

Que tal saber um pouco mais sobre a profissão do cuidador? Continue sua leitura.

Cuidador de crianças especiais: conhecimentos necessários para a função

Quais são os principais tipos de deficiência é a primeira coisa que um futuro cuidador deve saber. Isso determina os tipos de cuidados e as atribuições que ele terá.

A criança com deficiência física, por exemplo, precisará de ajuda para sua locomoção, enquanto a com deficiência auditiva não exige esse tipo de cuidado. 

O trabalho do cuidador não é somente com as deficiências, pois existem também os distúrbios de aprendizagem e as altas habilidades. Mas fique tranquilo, pois o curso para cuidador do Educamundo trata de tudo isso.  

Além disso, você pode saber mais sobre esse tema neste artigo: Você sabe quais são os tipos de deficiência mais comuns em crianças?

A partir daqui, veja outros pontos importantes relacionados ao trabalho com crianças que precisam de atendimento especializado.

Até onde funciona a acessibilidade na escola?

A acessibilidade na escola é tanto uma solução quanto um desafio. Estima-se que apenas pouco mais de um quarto das escolas brasileiras ofereçam condições de mobilidade, materiais e demais recursos relacionados à acessibilidade.

Há, inclusive, riscos de acidentes, devido a soluções improvisadas ou não feitas de acordo com as normas técnicas.

Esse assunto é tema do artigo “Acessibilidade na escola: quais as necessidades reais e como aplicar?”, leia e conheça a realidade sobre acessibilidade.

Para complementar, o portal também tem um excelente curso sobre acessibilidade na escola inclusiva. Vale a pena conhecer!

A brincadeira inclusiva para integrar alunos

A acessibilidade também compreende os recursos utilizados para trabalhar com todos os alunos.

Professores, cuidadores e pedagogos têm que pensar em formas de promover a brincadeira inclusiva, ou seja, oferecer atividades e materiais que permitam que todos e todas brinquem juntos, independentemente de suas características.

Brinquedos com texturas diferentes, com sons e com escritos em braille atendem vários tipos de deficiência.

Algumas mudanças nas regras de algumas brincadeiras também promovem a inclusão. Além disso, estimulam o espírito colaborativo. Exemplo disso é um jogo, em que um colega fica responsável por ajudar o que está em cadeira de rodas, outro tem a responsabilidade de orientar o colega que é deficiente visual, etc.

Detalhes simples, como o professor ensinar as regras usando a língua brasileira de sinais, também funcionam muito bem e estimulam a participação de todos.

A Libras, aliás, é obrigatória no ensino regular e fundamental para quem trabalha como cuidador e educador. Você pode conhecer mais sobre o assunto neste texto: História da Língua Brasileira de Sinais e importância para o cuidador.

cuidador de crianças especiais

Por falar no cuidador escolar, uma dúvida frequente: quanto ganha um cuidador de crianças especiais nas escolas?

O salário de um cuidador de crianças com necessidades especiais varia bastante de acordo com a região e sua realidade salarial. Como a maioria é contratada via concurso público, segue as faixas salariais das prefeituras ou dos estados. A média salarial do cuidador pode girar em torno de R$.1.200,00.

Continuando nosso artigo, vamos falar sobre a adoção de crianças com deficiência no Brasil. Como funciona e qual a realidade de quem espera ser adotado/adotar.

Panorama sobre a adoção de crianças com deficiência

Adotar é um ato de amor — você certamente sempre ouve isso, não? Não que não seja verdade, mas a realidade disso em nosso país não é tão bela como nos discursos.

Imagine então quando se trata de adoção de crianças com deficiência. Segundo o Cadastro Nacional de Adoção, do Conselho Nacional de Justiça, 63% dos candidatos aceitam adotar crianças com alguma deficiência, mas somente 3% se habilitam a adotar uma criança com deficiência mental.

A adoção de crianças com deficiência, algum tipo de doença ou HIV é facilitada, conforme a lei 12.955/14, no entanto, ainda esbarra na resistência de candidatos à adoção.

É claro que os adotantes devem considerar que é uma adoção especial, em todos os sentidos, inclusive, no de cuidados. Esse, aliás, é tema de um excelente artigo de nosso blog: Crianças com deficiência: quais são as suas maiores necessidades?

Quem está apto a adotar?

Qualquer pessoa com mais de 18 anos está apta, independentemente de seu estado civil. Viúvas, solteiras, em união estável também podem. Com relação a casais homoafetivos ainda não há nada estabelecido por lei, no entanto, muitos juízes já decidiram a favor da adoção.

Mais informações podem ser obtidas no site do Conselho Nacional de Justiça, onde há um passo a passo sobre adoção.

Os certificados do Educamundo podem ser usados para:


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Nosso portal tem, além do curso para cuidador de crianças com necessidades especiais, muitas outras opções para qualificar você a atuar nessa função.

Aqui você pode aprender sobre deficiência fisica, Libras, Braille, deficiência visual, transtornos globais do desenvolvimento etc.

E sabia que, ao se matricular para um curso, você pode fazer todos os outros que quiser usando a mesma matrícula? Pois é, você investe R$ 69,90 uma única vez e tem acesso à plataforma durante um ano todo.

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