Você acha que a tecnologia tem efeitos positivos ou negativos para a educação de crianças e adolescentes? Essa é uma pergunta recorrente na área pedagógica, porém a resposta é bem simples: depende. Hoje existe uma série de estudos sobre os benefícios que o mundo digital pode oferecer, e um dos destaques vai para o uso de jogos eletrônicos na educação.

As vantagens para a aprendizagem, no entanto, podem se transformar em problemas dependendo da forma como a tecnologia é utilizada. E isso também será debatido aqui no artigo. Então, se você quiser melhorar seus conhecimentos sobre educação, siga com a leitura. E também não deixe de conferir nossos cursos online. Temos diversas opções de conteúdo dentro da área educacional para você se aprofundar e fazer a diferença dentro da sala de aula.

Por que usar jogos eletrônicos na educação

Os jogos eletrônicos são uma ferramenta importante na construção da escola do futuro. Eles podem desenvolver nas crianças e nos adolescentes habilidades variadas, como atenção, interação, memória, raciocínio lógico, planejamento, tomadas de decisão, seleção visual, entre outras. Por conta disso, as escolas, cada vez mais, estão inserindo esses jogos no cotidiano de aprendizagem.

Alguns games são criados especificamente para a educação, desenvolvidos por programadores em parceria com pedagogos, psicólogos e professores. Outros são de uso geral, mas com o direcionamento do professor podem trazer benefícios reais de conhecimento, além da diversão.

Os jogos eletrônicos podem ser usados na educação para alfabetizar crianças e também auxiliá-las na aprendizagem de matérias de história, matemática, inglês etc. Eles também são importantes para o desenvolvimento das habilidades sociais e podem ser utilizados nas mais diferentes classes, inclusive com alunos que possuem necessidades especiais, como autismo e transtorno de déficit de atenção (TDAH).

A teoria psicogenética e os games

A teoria psicogenética foi criada por Piaget e diz, em resumo, que o ser humano constrói o conhecimento de forma dinâmica, na interação com o meio. Assim, para esse modelo, as experiências pelas quais passamos ajudam a resolver novos problemas no futuro.

O conceito da psicogenética tem relação direta com os jogos eletrônicos e as atividades lúdicas. Afinal, ao brincar, a criança e o adolescente entram em um mundo de faz de conta, no qual podem desempenhar diversos papéis e vivenciar situações, muitas vezes, impossíveis na vida real. Ou seja, são diversas possibilidades de novos conhecimentos. Porém, os games precisam ser usados de forma controlada, caso contrário, acabam gerando efeitos negativos.

Limites entre a aprendizagem e vício em jogos

O vício em jogos já é visto como um problema real, que deve ser registrado na lista de transtornos psiquiátricos da Organização Mundial de Saúde. Porém, ele só aparece quando a criança ou o adolescente coloca o game como prioridade em sua vida, deixando de lado atividades como brincar com os amigos ou estudar. Desse modo, a diversão e o aprendizado do jogo ficam em segundo plano por conta do excesso de uso.

Assim, é importante que os pais e os professores estejam atentos ao comportamento do público infanto-juvenil. Na escola, é importante que as atividades envolvendo games tenham um objetivo claro e sejam realizadas dentro de um tempo específico. Dessa maneira, os alunos podem aumentar seus conhecimentos com todos os recursos que a tecnologia proporciona de forma saudável.

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Os games e a aprendizagem interativa

Agora você já entende a importância dos games na educação e também sabe que é preciso usá-los com atenção para evitar vícios. Então esse é o momento de falarmos sobre a aprendizagem interativa, um dos grandes benefícios dos jogos eletrônicos. De acordo com o dicionário Caldas Aulete, “interagir” refere-se a uma ação mútua entre pessoas ou entre um indivíduo com um objeto. Ela exalta um comportamento ativo e isso é muito positivo para a aprendizagem.

Até uns anos atrás, o modelo de educação mais conhecido era o tradicional, baseado no professor que explicava tudo e no aluno que ficava sentado recebendo informações. Esse modelo valorizava a reprodução padronizada de conhecimento, sem dar liberdade para a criança criar novas formas de aprendizagem.

Com os games, entra em cena um modelo de educação do tipo cognitivista, no qual a aquisição de conhecimento vem da interação com o meio. Assim, com a ajuda dos jogos, os estudantes:

  • são incentivados a buscar novos conhecimentos para passar de fase;

  • testam conhecimentos preexistentes ao realizar desafios;

  • desenvolvem a sociabilidade ao formarem times com outros jogadores;

  • aprendem utilizando a dinâmica de estímulo-resposta, ao interagirem com os personagens ou o ambiente do jogo;

  • trabalham a criatividade para resolver problemas em situações diversas, entre outros.

Como é possível perceber, os games são uma ótima forma de desenvolver uma aprendizagem lúdica, deixando o momento da educação mais dinâmico e prazeroso. Caso você queira se aprofundar mais no assunto, pode conferir nosso Curso Online Atividades Lúdicas. Nele, falamos sobre o conceito da ludicidade, sobre etapas de ensino e damos exemplos de várias outras práticas para aplicar com o público infanto-juvenil.

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