Muito se tem falado sobre a importância do EAD atualmente. Afinal, com a pandemia gerada pelo novo coronavírus (Covid-19), o ensino a distância se tornou uma das medidas mais essenciais no combate à disseminação do vírus. 

Embora o EAD tenha crescido durante a pandemia, a prática de ensino já era destaque em países que buscam por uma melhor qualidade de vida. Inclusive, em locais desiguais como o Brasil, no qual muitas pessoas não conseguem arcar com os custos de uma faculdade presencial. 

Para se ter uma ideia, os estudantes de educação a distância chegaram a quase 1,8 milhões em 2017 - o equivalente a 21,2% do total de matrículas do ensino superior. E certamente esse índice só tende a crescer. 

Pensando nisso, preparamos uma lista com 4 motivos pelos quais o ensino EAD tem crescido no Brasil e no mundo. Neste post, você verá que o sucesso da modalidade não é à toa. Boa leitura!

Motivos do crescimento do ensino EAD

1. Déficit educacional

Que no Brasil há um déficit educacional muito grande não é uma novidade, certo? Apenas 18% dos jovens entre 18 e 24 anos estão fazendo ou fizeram algum curso de ensino superior. Ou seja, mais da metade da população não têm graduação. 

Em contrapartida, os países desenvolvidos apresentam números diversos: 70% dos indivíduos chegam a cursar o ensino superior. 

Isto mostra que a educação superior no Brasil ainda é carente, e há muito espaço para que ela cresça com o EAD. Aliás, isso vale até para os cursos técnicos, como manutenção de quiosque de madeira, por exemplo.

2. Valor das mensalidades

Certamente você já deve ter ouvido falar que o EAD apresenta um ótimo custo-benefício, não é mesmo? Além da mensalidade ser muito mais barata quando comparada a um curso presencial, é possível economizar com transporte, alimentação, entre outros. 

Além disso, para conseguir uma vaga em uma faculdade pública, existe o vestibular, que exclui e desanima muita gente. 

Por isso, o EAD pode ser uma ótima opção para quem não consegue arcar com os custos do curso presencial, como aluguel de betoneira

3. Modelo Inclusivo 

O ensino a distância pode ser adaptado a diversas regiões do país, além de proporcionar a inclusão de pessoas com idades avançadas. Com isso, elimina-se a necessidade de locomoção e, por consequência, o uso do transporte público.

O ensino presencial tem em sua maioria jovens e as instituições às quais pertencem estão concentradas, na maioria das vezes, em grandes centros urbanos ou em regiões mais desenvolvidas. 

A boa notícia é que o ensino EAD consegue chegar a todas as regiões do país, e atinge todas as pessoas, independente da faixa etária. E isso vale até para cursos específicos, como equipamentos para metalização.

4. Quebra do tradicional

Por último, o EAD desmistificou a ideia de que o ensino só é bom se for presencial. Muitos cursos são mais bem conceituados no ensino a distância do que no presencial. 

Dito isso, os graduados em EAD tiveram, em média, 6,7 pontos a mais no resultado final do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), na comparação com os alunos do ensino presencial. 

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Esse‌ ‌artigo‌ ‌foi‌ ‌escrito‌ ‌por‌ ‌Beatriz‌ ‌Barros,‌ ‌Criadora‌ ‌de‌ ‌Conteúdo‌ ‌do‌ ‌‌Soluções‌ ‌Industriais‌.‌